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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Brasil teve maior taxa de desemprego da América Latina, aponta Cepal.

20 de outubro de 2016 - 18h20 


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Economia brasileira já começa a dar sinais de recuperação, diz ministro.


Confiança

Dyogo Oliveira afirmou que essa melhora foi observada na elaboração do orçamento de 2017, que prevê o crescimento de 1,6% no PIB
Publicado14/09/2016 12h10Última modificação14/09/2016 13h47
Divulgação/PlanejamentoMinistro do Planejamento defendeu mudanças na alocação dos recursos orçamentários para reduzir desequilíbrio
Ministro do Planejamento defendeu mudanças na alocação dos recursos orçamentários para reduzir desequilíbrio
A expectativa de queda de inflação e do Risco Brasil, aliadas à retomada da confiança de empresários e consumidores, são sinais de que a economia brasileira começa a se recuperar, disse o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, nesta terça-feira (13), durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, para discutir o Projeto de Lei Orçamentária de 2017 (Ploa).
Segundo o ministro, essa melhora foi observada na elaboração do orçamento de 2017, que prevê o crescimento de 1,6% no Produto Interno Bruto (PIB), alcançando R$ 6,8 trilhões contra uma queda de 3% em 2016, somando R$ 6,2 trilhões. “Temos uma situação fiscal apertada, mas a economia já começa a dar sinais de recuperação”, afirmou o ministro.
A expectativa prevista no Projeto de Lei Orçamentária de 2017 (Ploa) é que o resultado primário do governo central irá registrar déficits de R$ 139 bilhões e de R$ 79 bilhões, em 2016 e 2017, respectivamente, e conseguirá se equilibrar em 2019. “Isso mostra que temos a necessidade de um ajuste fiscal gradual e contínuo para equilibrar o orçamento federal”, disse Dyogo.
Para 2017, o limite para despesa é de R$ 1,281 trilhão ou 19,3% do PIB. A despesa do governo federal tem crescido desde 1997 e passou de 14% do PIB para 19,9% do PIB em 2016. “Isso demonstra a necessidade de se fazer uma contenção da evolução das despesas. Não podemos ter, nos próximos vinte anos, a mesma trajetória dos mesmos últimos vinte anos, sob pena de colocarmos o País em um sério risco fiscal”, explicou o ministro.
Gastos públicos
Nesse sentido, o governo está fazendo um enorme esforço para conter os gastos públicos por meio de ações gerenciais e administrativas. Com isso, as despesas discricionárias sairão de R$ 252,2 bilhões, previstos em 2016, para R$ 249,3 bilhões, em 2017.
Dyogo defendeu ainda mudanças na alocação dos recursos orçamentários para reduzir desequilíbrios. “Hoje 60% dos recursos do orçamento anual são destinados a pagamento de aposentadorias e benefícios, e apenas 3% vão para investimento”, exemplificou.
Outra preocupação do governo é com a evolução da dívida pública. A projeção é de que a dívida bruta cresça de 66,5% do PIB em 2015 para 75,8% ao final de 2017. “Essas projeções mostram a urgência, a importância de ter durante a discussão do Orçamento, com bastante parcimônia e clareza, de que a situação fiscal do País demanda cuidados. A situação do País demanda a adoção de medidas enérgicas para voltarmos a ter uma trajetória de resultados e de dívida que tragam confiança aos investidores e às pessoas”, recomendou o ministro.
O ministro acrescentou que não há previsão de aumento de impostos ou de contribuições no PLOA 2017, e que a elevação da carga tributária prevista no projeto advém da expectativa de crescimento econômico.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Planejamento
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sábado, 6 de agosto de 2016

"Comissão autoriza criação de ZPE na região do Porto do Açu, no Rio de Janeiro"

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Audiência pública sobre o estado atual da demanda por Revalidação de Diplomas de Medicina. Dep. Alan Rick (PRB-AC)

















A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados aprovou a criação de Zona de Processamento de Exportação (ZPE) no Porto do Açu no município de São João da Barra (RJ). É o que prevê o Projeto de Lei 3978/15, do deputado Júlio Lopes (PP-RJ).

Alan Rick: essa ZPE tem a grande vantagem de ser localizada onde é o Porto do Açu, considerado o maior investimento em infraestrutura portuária da América.

A Zona de Processamento de Exportação tem tratamento tributário diferenciado. As empresas nele localizadas podem ter direito à suspensão de impostos, liberdade cambial, procedimentos administrativos diferenciados, entre outras vantagens.
A proposta aprovada autoriza o Executivo a criar uma ZPE na região do Porto do Açu. A criação da zona especial, no entanto, só poderá ser feita por decreto do Executivo, que delimitará sua área.
Viabilidade
Além disso, a lei determina que o Conselho Nacional de Zonas de Processamento de Exportação analise previamente a viabilidade desta proposta de criação de ZPE, submetendo suas conclusões à Presidência da República.

Relator da proposta, o deputado Alan Rick (PRB-AC) destacou que a criação de uma ZPE junto ao porto poderá atrair investimentos, gerar empregos e aumentar a exportação brasileira, promovendo o desenvolvimento regional, bem como o crescimento econômico e o desenvolvimento social do País.
“Esta Zona de Processamento de Exportação teria a grande vantagem de ser localizada onde é o Porto do Açu, considerado o maior investimento em infraestrutura portuária da América”, enfatizou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Tóquio sofre terceiro terremoto em quatro dias.

20/07/2016 01h45 - Atualizado em 20/07/2016 09h28


Tremor de magnitude 5 atingiu a capital do Japão.
Cidade atingida por tremores na terça (19) e no domingo (17).


Da France Presse

Um novo terremoto atingiu Tóquio, no Japão, na manhã desta quarta-feira (20), sem deixar vítimas ou danos materiais. Esse é terceiro tremor em apenas quatro dias. 
O tremor, de magnitude 5, abalou a capital e a parte leste do Japão às 7h25 local (19h25 Brasília), precisou o Instituto de Geologia dos Estados Unidos (USGS).
O epicentro do último abalo foi situado a uma profundidade 44 km exatamente sobre Ibaraki, a leste de Tóquio.
No domingo (17) e na terça (19), a mesma região foi atingida por outros dois sismos de magnitude 5 e 5.2, respectivamente.

Situado na interseção de quatro placas tectônicas, o Japão sofre a cada ano 20% dos terremotos mais fortes do planeta.
Em 2011, um terremoto que gerou tsunami matou mais de 15 mil pessoas no Japão e provocou o acidente nuclear na central de Fukushima.
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quinta-feira, 30 de junho de 2016

UM POLÍTICO COERENTE

 A coerência é uma virtude cristã que deve penetrar todas as nossas ações e atitudes. Pensar, viver e agir conforme a nossa fé e nossas convicções cristãs. Caso contrário, seremos hipócritas e daremos um grande contra-testemunho do nosso cristianismo. A consciência é única e unitária, e não dúplice. Não se age como cristão na Igreja e como pagão fora dela.
Mas será já existiu um político cristão verdadeiramente coerente? Sim, ele existiu, e a Igreja o proclamou padroeiro dos Governantes e dos Políticos, exatamente porque soube ser coerente com os princípios morais e cristãos até ao martírio. O belo filme da sua vida, em português, intitula-se “O homem que não vendeu sua alma!”. Trata-se do mártir São Tomás More. Lorde Chanceler do Reino da Inglaterra, por não ter aceitado o divórcio e o cisma do rei Henrique VIII, foi condenado à morte por traição e decapitado em 1535. Preferiu perder o cargo e a vida a trair sua consciência.
 “O Concílio exorta os cristãos, cidadãos de ambas as cidades [terrena e celeste], a que procurem cumprir fielmente os seus deveres terrenos, guiados pelo espírito do Evangelho. Afastam-se da verdade os que, sabendo que não temos aqui na terra uma cidade permanente, mas que vamos em demanda da futura, pensam que podem por isso descuidar os seus deveres terrenos, sem atenderem a que a própria fé ainda os obriga mais a cumpri-los, segundo a vocação própria de cada um. Mas não menos erram os que, pelo contrário, opinam poder entregar-se às ocupações terrenas, como se estas fossem inteiramente alheias à vida religiosa, a qual pensam consistir apenas no cumprimento dos atos de culto e de certos deveres morais. Este divórcio entre a fé que professam e o comportamento quotidiano de muitos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo”(Gaudium et Spes, 43).
O ensinamento social da Igreja não é uma intromissão no governo do País, mas traz um dever moral de coerência aos fiéis leigos, no interior da sua consciência. “Não pode haver, na sua vida, dois caminhos paralelos: de um lado, a chamada vida ‘espiritual’, com os seus valores e exigências, e, do outro, a chamada vida ‘secular’, ou seja, a vida de família, de trabalho, das relações sociais, do empenho político e da cultura” (São João Paulo II, Christif. Laici, 59). 
 “Reconhecendo muito embora a autonomia da realidade política, deverão se esforçar os cristãos solicitados a entrarem na ação política por encontrar uma coerência entre as suas opções e o Evangelho” (Paulo VI, Octogésima Adveniens, 46). “Também para o cristão é válido que, se ele quiser viver a sua fé numa ação política, concebida como um serviço, não pode, sem se contradizer a si mesmo, aderir a sistemas ideológicos ou políticos que se oponham radicalmente, ou então nos pontos essenciais, à sua mesma fé e à sua concepção do homem...” (idem, 26).
Possa o exemplo de Santo Tomás More ensinar aos governantes e políticos, atuais e futuros, que o homem não pode se separar de Deus, nem a política da moral, e que a consciência não se vende por nenhum preço, mesmo que isto nos custe caro e até a própria vida. 
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terça-feira, 31 de maio de 2016

Brasil tem 11,4 milhões de desempregados, segundo IBGE.

Edição do dia 31/05/2016
31/05/2016 23h47 - Atualizado em 01/06/2016 00h16

Brasil tem 11,4 milhões de desempregados, segundo IBGE

11,2 % dos brasileiros estão à procura de um trabalho.
Taxa é a média dos meses de fevereiro, março e abril.

Sandra PassarinhoRio de Janeiro
 Dado negativo divulgado nesta terça (31): 11,2% dos brasileiros estão à procura de trabalho. Esta taxa, um recorde na medição iniciada em2012 pelo INGE, é a média dos meses de fevereiro, março e abril. No total, o Brasil tem agora 11,4 milhões de desempregados.
Além de ser um dos mais perversos reflexos de uma recessão, o desemprego tem um custo alto para a economia. O aumento do desemprego significa que o comércio passa a vender menos, a indústria reduz a produtividade e a arrecadação de impostos diminui. A conta do prejuízo é o país deixando de movimentar R$ 12 bilhões por mês.
Isso significa que os brasileiros podem perder cerca de R$ 150 bilhões em 2016 se o corte de vagas continuar nesse ritmo. O cálculo foi feito por um economista da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro.
“Na medida em que a população deixa de comprar, o governo arrecada menos e aí então, no presente momento, com a economia indo ladeira abaixo, nós temos menos arrecadação. Assim, há menos chances de programar e equilibrar as contas públicas”, explica Istvan Kasznar, professor da FGV e macroeconomista. “Certamente diversas medidas, sobretudo de política fiscal, deverão em algum momento reativar a economia se formos otimistas, mas isso demora entre 8 e 14 meses”, finaliza.

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Desemprego fica em 10,9% no 1º trimestre de 2016, diz IBGE.

29/04/2016 09h00 - Atualizado em 29/04/2016 12h02

Taxa é a maior desde o início da série da Pnad Contínua, em 2012.
Número de desocupados subiu quase 40% sobre mesmo trimestre de 2015.

Anay Cury e Cristiane CaoliDo G1, em São Paulo e no Rio
Mulheres sem emprego observam quadro com vagas de trabalho em Itaboraí (RJ). (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)Desemprego no primeiro trimestre é o maior da série histórica do IBGE. (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)












O desemprego ficou em 10,9% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa taxa é a maior desde o início histórica da Pnad Contínua, em 2012.
No trimestre encerrado em dezembro, o índice havia chegado a 9% e no primeiro trimestre de 2015, bateu 7,9%.
DESEMPREGO NO 1º TRIMESTRE
em %
7,987,27,910,9Jan-mar/12Jan-mar/13Jan-mar/14Jan-mar/15Jan-mar/160102,557,512,5
Fonte: IBGE
Segundo o IBGE, o aumento da taxa de desocupação ocorreu por causa da alta expressiva da desocupação, redução da ocupação e aumento da força de trabalho. “Está acelerando porque tem mais pessoas na população desocupada e menos pessoas na população ocupada. E isso está indo de forma bastante consistente ao longo dos últimos meses”, observou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.
A quantidade de pessoas desocupadas cresceu 22% em relação ao período outubro a dezembro e chegou a 11,1 milhões - o maior número de desocupados desde o início da Pnad Contínua. Já na comparação com o primeiro trimestre de 2015, a alta foi ainda maior, de 39,8%.
Na outra ponta, a população ocupada, que somou 90,6 milhões de pessoas, recuou 1,7% sobre o trimestre encerrado em dezembro do ano passado e 1,5% sobre o período de janeiro a março de 2015. O número de pessoas empregadas com carteira assinada também caiu e chegou a 34,6 milhões. Sobre dezembro, a diminuição foi de 2,2% e sobre os primeiros três meses de 2015, de 4%.
“A gente está voltando para meados de 2013 [o patamar] na população ocupada. A notícia é que caiu [no primeiro trimestre do ano em comparação com o trimestre anterior] além do que tem sido observado.”









A maior redução partiu da indústria geral (-5,2% sobre dezembro), seguida pela construção (-4,8%) e pela administração pública (-1,9%). Sobre o trimestre de janeiro a março, houve alta do número de ocupados em transporte, armazenagem e correio (4,3%); serviços domésticos (4,3%) e alojamento e alimentação (4%), entre outros setores.
Com a redução das ofertas de emprego, o número de pessoas que optaram por trabalhar por conta própria cresceu em ambas comparações. A alta foi de 1,2% sobre o trimestre de outubro a dezembro de 2015 e de 6,5% em relação ao primeiro trimestre de 2015.
“Tem componente sazonal atuando de forma bastante efetiva, que é: as pessoas que foram contratadas temporariamente foram dispensadas. O índice de efetivação praticamente não ocorreu, ele foi suplantado pela dispensa. Foram 1,6 mil trabalhadores dispensados. A perda do quarto trimestre para o primeiro trimestre foi de 1,606 milhão, ou seja, foram dispensados além do que foram contratados no final do ano”, analisou Azeredo.
Salário
De acordo com o IBGE, o primeiro trimestre deste ano mostrou que o rendimento médio recebido pelos trabalhadores ficou R$ 1.966 - 3,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2015. Já sobre o trimestre encerrado em dezembro, não houve variação.
“O período atual foi mais agressivo em termos de dispensa, em termo de queda da qualidade do emprego gerando com isso uma busca maior pela ocupação. Quando cai emprego e cai renda, isso gera procura.”
Frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2015, só subiu o rendimento dos trabalhadores domésticos: 2,3%. Já sobre o primeiro trimestre de 2015, houve redução dos ganhos para a categoria dos trabalhadores por conta própria: 3,9%.
“Trabalho doméstico voltou a subir, que é outra forma de entrar no mercado, principalmente mulher de baixa renda e de pouca escolaridade. Ela tende a voltar ao mercado através do emprego doméstico”, analisou.
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