segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Audiência Pública sobre ferrovia Vitória-Rio (EF 188) hoje em Campos: mais informações.

Não houve muita novidade na Audiência Pública da ANTT realizada hoje em Campos, com relação à anterior realizada semana passada no Rio de Janeiro e já amplamente comentada aqui no blog. (Veja aqui, aqui, aquiaqui e aqui)


Um ponto importante foi ter se ampliado enormemente a compreensão sobre a importância de se agregar ao projeto de transportes de cargas, o transporte de passageiros, entre as cidades polos da região, nos horários de maior demanda de deslocamento, considerando o movimento pendular diário da população destas cidades, especialmente (Campos, Macaé, Itaboraí e Região Metropolitana).

Os municípios de Macaé e SFI através de gestores e representantes das prefeituras arguiram o traçado da ferrovia nas passagens próximas às áreas de expansão urbana. Tanguá

Sindicatos de trabalhadores (Sindipetro-NF e Sindicato Metalúrgicos de Campos) e representações comunitárias (moradores e de interesses ferroviários) questionaram sobre os interesses dos trabalhadores que irão construir o percurso de 577,8 quilômetros, sobre os impactos socioambientais e sobre a preservação das vias de circulação e do aproveitamento das produções agrícolas locais. Lembraram ainda que os interesses econômicos não podem ser os únicos a balizarem as definições do traçado.
Traçado da Ferrovia Vitória-Rio ao longo de SJB e Campos

Este blogueiro levantou a preocupação de que uma tentativa de "barateamento" do projeto, venha como já chegou a ser ventilado na audiência do Rio de Janeiro, eliminar a implantação de viadutos, voltando aos arriscados cruzamentos de vias, onde os conflitos e os riscos de acidentes para a população são enormes.

Mais uma audiência publica ( a quarta) está prevista para tratar do assunto. Em seguida os pontos apresentados serão tabulados para em seguida um relatório ser debatido nas comissões de transporte da Câmara e do Senado e posterior envio para análise do TCU (Tribunal de Contas da União).

Em paralelo deverá ser feito a modelagem para o processo de concessão. Este deverá tratar e resolver a questão do contrato com a concessionária atua (FCA) ainda em vigência e abrir as condições para a escolha da concessionária através do processo licitatório para a escolha entre os interessados.

Após a licitação e escolha do concessionário, da assinatura do contrato, o processo de licenciamento ambiental (EIA/Rima) deverá ser realizado com novas audiências coordenadas pelo Ibama.

O blog aproveita e disponibiliza abaixo a localização das estações ferroviárias previstas no projeto.

Localização das Estações segundo o Estudo da Sysfer - ANTT - Distância aproximada entr as estações 25 quilômetros
Considerando que o "Corredor Logístico" apresentado e defendido pela LLX (atual Prumo) para ligar o Porto do Açu à Campos e à BR-101 "caducou", o novo desenho do traçado da ferrovia, passou a ser independente do traçado da rodovia e que está sendo objeto destas audiências públicas.

A rodovia Porto do Açu-Campos passou a ser outro projeto e de autorização a nível do estado, por interligar áreas de dois municípios do mesmo estado. Não se sabe se a sua execução será privada, pelo interesse maior do empreendimento do Porto do Açu, ou um investimento público (ou estatal).

Mesmo que seja um outro projeto, ele é próximo à discussão do traçado da ferrovia. Além disso, os traçados vão ser lado-a-lado, na maior parte do percurso desde à entrada do Porto do Açu, até sua chegada no entrocamento com a BR-101, em Campos, próximo da localidade de Ibitioca.

Abaixo um mapa que mostra este traçado e que foi apresentado pelo engenheiro José Julio Gomes, consultor da Sysfer que atuou na elaboração do projeto da rodovia, por contratação da Prumo, assim como também foi o coordenador do estudo do traçado da ferrovia Vitória-Rio (EF-118).

De forma breve, a presentação do traçado da rodovia Porto do Açu-Campos, foi feito ao final da Audiência Pública desta manhã na UcamCampos. O traçado final da rodovia negociado com a PMCG é a que está em vermelho no mapa abaixo. Mais abaixo um breve vídeo com a explicação do engenheiro sobre o novo traçado:





sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Conheça a história dos monges que cantam e rezam na terra de São Bento.

 | Categorias: EspiritualidadeLiturgia

Depois de 200 anos, a identidade de Núrsia finalmente está completa, graças à presença dos monges que cantam e alegram a cidade com as suas cervejas e os seus conselhos. "É como se, com os monges aqui, tudo fosse dar certo."

No coração da Itália, em meio às montanhas da região da Úmbria, está a pacata cidade de Núrsia (Norcia, no italiano), com suas estreitas ruas de pedra e paisagens extraordinárias. Famoso por suas linguiças suínas e trufas negras, o povoado de quase 5 mil habitantes é também a terra natal de São Bento, pai da vida monástica.
Por séculos, a comuna de Núrsia contou com a presença de monges beneditinos, que traziam segurança e conforto espiritual aos seus moradores. Mas, em 1810, com a promulgação do Código de Napoleão, os religiosos foram obrigados a deixar o local, sem que lhes fosse dado um prazo para retornar.
Espiritualmente órfãos, os nursini fizeram uma petição e recolheram entre si mais de 4 mil assinaturas, pedindo ao superior de São Bento que enviasse beneditinos de volta à terra do seu fundador. Finalmente, em 2000, o anseio dos moradores locais foi satisfeito e a vida monástica voltou a florescer em Núrsia: com mais dois religiosos, o padre norte-americano Cassian Folsom fundou na comuna o Mosteiro Beneditino Maria Sedes Sapientiae ("Maria, Sede da Sabedoria"), começando o apostolado de trabalho e oração ("Ora et labora") que resume a Regra de São Bento.
"A vida monástica é muito simples e ordinária", explica o prior da comunidade, padre Cassian. "Você levanta, reza, faz o seu trabalho, vai para a cama e, no dia seguinte, faz tudo de novo. São Bento, em certo sentido, é o padroeiro do ordinário, faz encontrar a presença de Deus no ordinário."

Um álbum de louvor a Deus


Há alguns meses, no entanto, a rotina comum dessa discreta casa religiosa ganhou os holofotes do mundo. É que as vozes desses monges foram reunidas no álbum Benedictauma excelente produção de canto gregoriano, que chegou a figurar entre os mais vendidos de música clássica.
O que explica tamanho sucesso, na opinião do premiado produtor Christopher Alder, é o transcendente embutido nas canções. ­"O canto que nós gravamos significa algo para eles, e você pode ouvir isso na sinceridade com que eles cantam", ele diz. "Há algo, no melhor sentido, hipnotizante ou meditativo. Quem ouve sente que entra em contato com o passado."
As faixas do CD reúnem orações e antífonas rezadas todos os dias pelos monges e dedicadas à Mãe de Deus. "Eu amo música, e a música, para a vida monástica, é uma parte essencial da nossa oração. O canto faz parte do ar que respiramos e, já que fazemos isso com tanta frequência, a coisa vem naturalmente depois de algumas décadas", ele garante. "Nós cantamos os louvores de Deus nove vezes por dia. Se você soma tudo, são cinco horas, mais ou menos, todos os dias, faça chuva ou faça sol, 365 dias por ano, o tempo todo."
Perguntado se as mesmas canções, interpretadas por artistas pop, obteriam o mesmo resultado, padre Cassian responde vigorosamente que não: "Você tem que acreditar no que está cantando", ele diz. "O canto é uma forma de expressarmos o nosso amor por Deus."
O padre Basil Nixen, regente de coro, aposta na beleza e na serenidade da música para chamar as pessoas a um encontro com Deus. "No fim, nós sempre tentamos agradar a Deus quando cantamos, então agradar às outras pessoas é mais fácil do que agradar à pessoa mais importante", ele afirma, em entrevista à CBS News.

"Para alegrar o coração"

Quando não estão rezando, uma das atividades dos monges é a produção de cervejas. A Birra Nursia, com o lema bíblico: "Ut laetificet cor – Para alegrar o coração" (Sl 103, 15), já é conhecida mundo afora e comercializada em Portugal, na Irlanda e nos Estados Unidos.
"Nós aprendemos a arte dos monges trapistas na Bélgica. Transformamos uma garagem embaixo do mosteiro em sala de fermentação e todos os monges ajudam a engarrafar as cervejas", conta o padre Cassian, em entrevista à Religion & Ethics. "A cerveja é muito boa e tem servido, de um modo extraordinário, como atração para a evangelização porque, mesmo se as pessoas não são de ir à igreja, quase todos gostam de tomar cerveja. Então, eles vêm ao mosteiro por causa da cerveja e logo começam a falar de outras coisas, coisas mais importantes."
"O povo da cidade recorre aos monges quando está com problemas, quando quer conversar com alguém sobre a sua vida familiar", ele diz. "Ter os monges de volta, depois de quase 200 anos, ajuda a completar a identidade da cidade. É como se, com os monges aqui, tudo fosse dar certo."

Introibo ad altare Dei

A música e a cerveja, no entanto, são aspectos apenas secundários do trabalho desses monges. O mosteiro de Núrsia faz parte de uma rede de comunidades tradicionais ao redor do mundo, preocupadas em zelar pela "sacralidade" do tesouro litúrgico da Igreja. 
Para tanto, eles não têm problemas em celebrar a Missa nas duas formas do Rito Romano, intentando realizar aquele "enriquecimento mútuo" tão necessário e tão pedido pelo Papa Bento XVI. Verdadeiramente, "aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós".
"O Rito Antigo, ou a tradição litúrgica da Igreja, para nós, é um patrimônio, não uma peça de museu, mas algo vivo", diz o padre Cassian, em entrevista à EWTN. A iniciativa atrai principalmente os jovens, que constituem, hoje, a maioria de seus membros. A média de idade dos religiosos é de 33 anos.

O Amado às portas

O prior do mosteiro beneditino é também o membro mais velho da casa. Com 63 anos, a fama de Cassian Folsom, dentro e fora da cidade de Núrsia, é de santidade. Recentemente, a luta contra um câncer ajudou a catalisar esse processo de ascensão espiritual. Em 2006, ele já tinha vencido a doença, mas ela voltou uma segunda vez e, mesmo com o tumor na fase de remissão, o padre Cassian sabe que pode acontecer tudo de novo. 
"Como qualquer um diagnosticado com câncer, isso muda a sua vida", ele declara. "Acho que a doença tem me dado uma paciência maior, uma tolerância maior, fazendo-me olhar para as coisas como se nem tudo importasse tanto quanto eu achava que importava."
A repórter do Religion & Ethics, Judy Valente, pergunta ao religioso se ele não esperava merecer "algo mais do que dois diagnósticos de câncer", já que tinha dedicado a sua vida para o serviço de Deus. A resposta dele é uma lição espiritual:
"Isso é apenas parte da vida, é tudo. Eu diria isto: nós podemos olhar para a morte como uma ladra ou como uma mensageira. Um ladrão vem e rouba o que temos de mais valioso e, por isso, nós temos medo. Um mensageiro que vem para dizer-nos que o nosso Amado está às portas, nós recebemos de modo bem diferente, não? Então, este é o tipo de escolha que devemos fazer: se a morte é uma ladra ou uma mensageira. Para mim, é uma mensageira."
É com essa mensageira em mente que o padre Cassian e os seus religiosos rezam, todas as noites, o cântico do velho Simeão: " Nunc dimittis servum tuum, Domini, in pace – Deixai agora, Senhor, vosso servo ir em paz" (Lc 2, 29). Por viverem em constante oração, todos os seus trabalhos vão se orientando, quase que de modo automático, à única coisa verdadeiramente necessária: a vontade divina.
Questionado se o sucesso de Benedicta afetará de alguma forma a personalidade e os hábitos do mosteiro de Núrsia, o padre Basil Nixen assegura que não. "Este é o ponto de nossas vidas: nós não viemos aqui para ter sucesso, mas para procurar a Deus".
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Tags: MúsicaLiturgiaOraçãoSão BentoMonges



Monges italianos apostam em cerveja para reerguer cidade Município de Núrsia, no qual nasceu São Bento, foi afetado em outubro por terremoto de 6,6 graus na escala Richter
Elisabetta Povoledo, The New York Times
12 Dezembro 2016 | 05h00
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Linha de produção. Monges beneditinos fazem 10 mil garrafas da Nursia mensalmente
O reverendo Cassian Folsom se preparava para celebrar a missa matinal do domingo quando, de repente, a terra começou a tremer.“Pedras e telhas começaram a cair sobre nossas cabeças”, relembra. “Foi assustador.”
Quando a poeira baixou, ele e outros monges – quase todos vindos dos Estados Unidos – descobriram que sua querida Basílica de São Bento, construída séculos atrás em Núrsia, no centro da Itália, para homenagear o lugar de nascimento do santo, estava em ruínas.
Depois do terremoto de 30 de outubro, uma das poucas coisas que continuou de pé no monastério foi a pequena cervejaria, onde os monges fazem a cerveja Nursia.
Agora, a cerveja pode ser a salvação – simbólica, ao menos – não apenas do santuário dos monges, mas também de Núrsia. Essa antiga vila murada é hoje uma cidade fantasma de igrejas e palácios rachados, que luta para se recuperar do terremoto mais forte a atingir a Itália em 36 anos. Os monges estão planejando levar a bebida da cervejaria para um local mais seguro, onde poderá ser engarrafada e rotulada especialmente antes de ser vendida para arrecadar dinheiro para a reconstrução, diz o reverendo Benedict Nivakoff, vindo de Connecticut.
Segunda vez. 
Não é a primeira vez que o mosteiro tem que se reerguer. Os monges americanos chegaram em 2000, sob um plano de sua ordem para povoar o local, abandonado desde 1810. Liderados por Folsom, agora vivem lá 15 monges.
Eles aprenderam a fazer cerveja com os experientes mestres cervejeiros trapistas da Bélgica e começaram a produzir a Nursia em 2012. O nome da cerveja foi escolhido “especificamente para ajudar as pessoas da cidade, ao invés de nomeá-la como São Bento”, diz Nivakoff.
“Queríamos que todos identificassem a cerveja com a cidade”, para ajudar a apoiá-la, contou. O irmão Augustine Wilmeth, mestre cervejeiro da Carolina do Sul, diz que a Nursia era “a única cerveja monástica do mundo feita apenas por monges”.
Outras operações de cervejarias monásticas, explica, cresceram e se tornaram negócios milionários com muitos funcionários. Em Núrsia, os monges fazem tudo sozinhos, produzindo 10 mil garrafas por mês.
As variedades de cerveja do monastério rapidamente ganharam seguidores entusiasmados em lojas e restaurantes locais, e a cervejaria começou a exportar para os EUA este ano. Apesar de muitos dos mercados regionais que vendiam a bebida estarem fechados por causa do terremoto, ela ainda está disponível através dos importadores americanos, dizemos monges.
Se os esforços de arrecadação de fundos puderem ajudar tanto o santuário quanto Núrsia a reviver, dizem eles, os monges ficarão felizes em pagar seus beneficiários – mesmo que seja de uma maneira borbulhante. “Temos orgulho de ser americanos”, diz o reverendo Martin Bernhand. “O fato de as pessoas experimentarem e comprarem nossa cerveja é uma coisa maravilhosa para nós.”
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21/05/2016 11h31 - Atualizado em 21/05/2016 11h32 Cerveja artesanal produzida por monges italianos atrai fiéis Em 2012, foi feito o primeiro barril para consumo externo. A experiência foi um sucesso e a produção cresceu para 40 mil garrafas por mês.











Para enfrentar os 40 dias da quaresma, alguns monges beneditinos de Nórcia, na Itália, tomam cerveja. A bebida dá sustância à dieta dos monges que passam 40 dias fazendo apenas uma refeição durante 24 horas. A cerveja surgiu para consumo interno e acabou virando um grande negócio, que ajuda a pagar as contas da basílica, a 150 quilômetros de Roma.
Em 2012, 18 monges fizeram o primeiro barril para consumo externo. A experiência foi um sucesso e, a partir daí, a produção cresceu para 40 mil garrafas por mês. A receita não é mistério de fé. O padre Bento conta que a dupla fermentação torna a cerveja de Nórcia tão especial. Assim como muita gente diz que o álcool aproxima as pessoas, o padre garante que a cerveja dos monges, produzida no Monastério de Nórcia, virou uma ferramenta eficaz para atrair fiéis.
Os monges levam a sério as estratégias de mercado. Além de prestar atenção às preferências do consumidor, eles criaram o Clube dos Monges Cervejeiros, com benefícios para os sócios. Depois dos italianos, eles conquistaram os Estados Unidos. Pela internet, os beneditinos de Nórcia vendem para 44 estados de lá.






Cerveja artesanal produzida por monges italianos atrai fiéis



http://g1.globo.com/globo-news/pelo-mundo/videos/v/pelo-mundo-cerveja-artesanal-produzida-por-monges-italianos-atrai-fieis/5039238/

quinta-feira, 6 de julho de 2017

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